Gênero e políticas educacionais: interseccionalidade em ação
O projeto visou gerar aportes para a construção de políticas educacionais orientadas para a promoção da igualdade de gênero, raça e sexualidade, de modo a munir os órgãos públicos e organizações da sociedade civil com informações e a incidir no debate público. Trata-se de uma parceria entre a Ação Educativa, a FE/USP, o Geledés – Instituto da Mulher Negra e o coletivo Professores contra o Escola Sem Partido. A FCC ficou responsável por realizar o levantamento das produções teóricas (acadêmicas e da sociedade civil) da agenda de gênero na política educacional brasileira geradas entre 2015 e 2022, além de elaborar o documento intituladoMapa das Matrículas Iniciais na Educação Profissional Técnica de Nível Médio no Brasil (2007-2020), que reuniu os micro dados de matrículas iniciais referentes à educação profissional técnica de nível médio (EPTNM). A intenção foi dar visibilidade às desigualdades de gênero na EPTNM, suas mudanças e permanências, bem como produzir um mapa estatístico das matrículas iniciais que possa se constituir em uma referência na elaboração de políticas públicas nessa modalidade de ensino. Os resultados do levantamento bibliográfico e do material sobre EPTNM foram apresentados em eventos que compuseram uma agenda de incidência política no campo educacional que serão sistematizados em livro programado para o primeiro semestre de 2026.
Equipe DPE:
Coordenação: Thais Gava
Pesquisadora: Liliane Bordignon de Souza
Pesquisadoras participantes: Bárbara Lopes (Ação Educativa), Denise Carreira (USP), Fernanda Moura, Renata Aquino (Professores contra o Escola Sem Partido), Jéssica Germine (Ação Educativa)
Financiamento: FCC e Fundo Malala
Vigência: 2023-2025