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Atualidade dos temas abordados no Mulherio é destaque em novos depoimentos sobre o jornal

 

|12/05/22

Nova coletânea de relatos sobre um dos marcos da imprensa feminista brasileira faz parte das ações  da Fundação Carlos Chagas para revitalizar a história da publicação.

O Mulherio, jornal voltado à condição feminina e que nasceu na Fundação Carlos Chagas na década 1980, continua repercutindo na sociedade por meio de seus textos com assuntos que permanecem atuais.

Temas como equidade, direitos sexuais e reprodutivos, condições de trabalho da mulher e a efervescência política do período são retratados no jornal com um olhar crítico e inovador. E, embora muitos avanços tenham sido alcançados desde a última edição publicada em maio de 1988, grande parte das discussões sobre gênero, raça e políticas públicas continuam com uma atualidade marcante.

Para fazer jus a esse caráter contemporâneo, a Fundação Carlos Chagas reúne conteúdos inéditos, que complementam os olhares sobre o Mulherio presentes na página lançada em março deste ano.

No primeiro conjunto de novos depoimentos, colaboraram as pesquisadoras Carmen Barroso e Albertina Costa, que integraram o Conselho Editorial do Mulherio na década de 1980. Ambas são referências que impulsionam o fortalecimento dos estudos sobre gênero no Brasil. Entre as mulheres que tiveram suas trajetórias inspiradas pelo Mulherio, participaram Sandra Unbehaum, atual coordenadora do Departamento de Pesquisas Educacionais da Fundação Carlos Chagas, e Júlia Rosemberg, psicóloga social, escritora e fundadora da consultoria de diversidade e equidade TECIDAS 360.

Para conhecer os diferentes relatos, acesse a nova página.

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