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Trabalhar no Brasil e na França. Sentido das mudanças e mudanças de sentido

Coordenação: Aparecida Nery de Souza ( Brasil) e Régine Bercot ( França)

Equipe brasileira: Carmem Lúcia Rodrigues Arruda, José Roberto Montes Heloani, Selma Borghi, Evaldo Piolli, Vicente Rodriguez, Liliana Segnini, Alexandro Henrique Paixão, Carolina Roig Catini, Luciano Pereira, Marcia de Paula Leite (FE/UNICAMP); Angela Maria Carneiro Araújo, Bárbara Geraldo de Castro, Ricardo Antunes ( IFCH/UNICAMP); Dari Krein, Hugo Rodrigues Dias ( IE/UNICAMP); Fábio Luís Barbosa dos Santos ( UNIFESP); Maria Rosa Lombardi (FCC/UNICAMP)

Equipe francesa: Cedric Lomba, Danièle Linhart, Gaetan Floco, Guillaume Tiffon, Helena Hirata, Lucie Tanguy, Sabine Fortino, Albena Tchlakova, Aurelie Jantet, Bernard Valentini.

Parcerias:  na França, Centre de Recherches Sociologiques et Politiques de Paris (CRESPPA/ CNRS); no Brasil, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Fundação Carlos Chagas.

Financiamento: CAPES/COFECUB- Projeto 885/2017 (GEPEDISC- Faculdade de Educação da UNICAMP)

Vigência: maio de 2017 a maio de 2020.

Descrição: Três eixos de pesquisa questionam o papel do Estado e das políticas na estruturação do mercado, organização e relações do trabalho; os movimentos sociais observados, inclusive sindicais; e a constituição da cidadania no presente. As diferenças e hierarquias na perspectiva analítica das relações sociais de classe e de gênero serão consideradas categorias estruturantes nas análises a serem realizadas. Participam desse projeto professores e pesquisadores vinculados, institucionalmente, na França, ao Centre de Recherches Sociologiques et Politiques de Paris (CRESPPA/ CNRS); e, no Brasil, à Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). As diferentes pesquisas indicam que as desigualdades se aprofundam, aumentam a concentração de renda e a perda de direitos adquiridos com as Reformas Trabalhistas no Brasil e na França, a organização do trabalho se transforma e o controle sobre o trabalhador invade as subjetividades por meio da manipulação das emoções, ampliando o espectro do adoecimento vinculado ao trabalho, ou à ausência dele face ao crescimento do desemprego. Igualmente, é possível apreender o aprofundamento das desigualdades observadas nas relações de classe, de gênero, de raça/cor nos dois contextos nacionais. Os resultados de projetos de pesquisa com pesquisadores brasileiros e franceses apresentados no  I Seminário Internacional: Trabalho no Brasil e na França – sentido das mudanças e mudanças de sentido (Campinas, 29 e 30 de agosto de 2017) comporá um dossiê com oito artigos, três de pesquisadoras francesas e cinco de brasileiros.

 

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